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Dia da Consciência Negra

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Escravidão no Brasil No Brasil, a escravidão teve início com a produção de açúcar na primeira metade do século XVI. Os portugueses traziam os negros africanos de suas colônias na África para utilizar como mão-de-obra escrava nos engenhos de açúcar do Nordeste. Os comerciantes de escravos portugueses vendiam os africanos como se fossem mercadorias aqui no Brasil. Os mais saudáveis chegavam a valer o dobro daqueles mais fracos ou velhos. O transporte era feito da África para o Brasil nos porões do navios negreiros. Amontoados, em condições desumanas, muitos morriam antes de chegar ao Brasil, sendo que os corpos eram lançados ao mar. Nas fazendas de açúcar ou nas minas de ouro (a partir do século XVIII), os escravos eram tratados da pior forma possível. Trabalhavam muito (de sol a sol), recebendo apenas trapos de roupa e uma alimentação de péssima qualidade. Passavam as noites nas senzalas (galpões escuros, úmidos e com pouca higiene) acorrentados para evitar fu...

http://www.ted.com/talks/lang/por_br/james_nachtwey_s_searing_pictures_of_war.html?ref=nf

http://www.ted.com/talks/lang/por_br/james_nachtwey_s_searing_pictures_of_war.html?ref=nf

David Grossmann

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Texto: Ubiratan Brasil / FRANKFURT - O Estado de S.Paulo Foto: MMaranhão / Frankfurt - Agencia Estado O escritor israelense David Grossmann não esmorece facilmente. Para muitos, sua luta pela paz entre seu povo e os vizinhos palestinos é infrutífera, mas ele insiste em convencer os líderes das nações a uma solução pacífica no Oriente Médio. Por conta de sua tenacidade, Grossmann recebe amanhã o Prêmio da Paz, entregue anualmente pelos editores alemães. "É curioso que, em Israel, a palavra shalom (paz) é das primeiras que aprendemos a escrever na escola", disse ele, durante entrevista coletiva na Feira de Livros de Frankfurt. "Infelizmente, mesmo sendo constantemente pronunciada em meu país como um cumprimento, "shalom" tornou-se uma palavra evasiva e a vivemos quase como uma alucinação." Grossmann, que também lançou em alemão o livro A Mulher Foge (Companhia das Letras, no Brasil), lembrou que, com a mulher, pensou em proib...
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Der Pressefotograf Maurício Maranhão zeigt in seiner Fotoinstallation argentinische Kultur und Folklore. Der Totempfahl wurde gewählt, weil er bei den Ureinwohnern Amerikas als Ort gilt, wo Geschichten über das Leben der Familien oder des Clans erzählt und durch Schnitzungen und Bemalung abgebildet werden. Für weitere infos: www.maranhaoimages.com oder Frankfurter Buchmesse - Veranstaltunskalender Wo? Frankfurter Buchmesse, 6-10 Oktober "CAFE FORUM DIALOG" (Messegelände 6.1 E 905).
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Anlässlich des Gaststatus’ Argentiniens auf der Frankfurter Buchmesse 2010 hat diese Fotoinstallation ihren Schwerpunkt auf argentinischer Kultur und Folklore. Es werden das alltägliche Leben in Argentinien und das Folklorefestival Cosquín, das berühmtest Folklorefestival Argentiniens, dokumentiert. Für diese neue Art der Installation wurde bewusst die Form eines „Totempfahls“ gewählt. Bei den Ureinwohnern Amerikas gilt ein Totempfahl als Ort, wo Geschichten über das bisherige Leben der Familie oder des lans erzählt und durch geschnitzte Bilder und Bemalungen abgebildet werden , (Slideshow u.Multimedia-Film). 27,28 u.29/08/2010 Verwandte Links: www.maranhaoimages.com http://www.flickr.com/photos/maranhaoimages/sets/72157624634027735/comments/ Orte der Ausstellung sind: Frankfurter Bühne und Argentinien Bühne Lagepaln: http://www.frankfurter-buehne.de/html/lageplan.html Rund um die Bühne: http://www.frankfurter-buehne.de/html/buehne.html Museumsuferfest 2010 bei Frizz: http://issuu.co...

In primo grado attuale capo Dis era stato Assolto. l'idv: si dimetta. PDL: RESTI Al SUO POSTO

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Foto: Stock Pictures Maranhão Images /Maurício Maranhão GENOVA - L'ex capo della polizia Gianni De Gennaro è stato condannato in appello a un anno e 4 mesi di reclusione per istigazione alla falsa testimonianza nei confronti dell'ex questore di Genova Francesco Colucci nel processo per l'irruzione alla Diaz del G8 nel 2001. Ribaltata, quindi, la sentenza di assoluzione in primo grado sia a carico di De Gennaro che di Spartaco Mortola, ex capo della Digos di Genova e attuale vice questore vicario di Torino, condannato in secondo grado a un anno e 2 mesi. I due imputati dovranno inoltre risarcire le tre parti civili costituite nel processo. Sia a de Gennaro attuale capo del Dis (Dipartimento delle informazioni per la Sicurezza) che a Mortola sono stati concessi i benefici di legge. «Gianni De Gennaro ha la mia piena e totale fiducia: fino alla sentenza definitiva non cambia nulla» ha detto il titolare del Viminale. «C'è rammarico per la sentenza - ha aggiunto Maroni - ma...

Fotojornalismo II